segunda-feira, 28 de junho de 2010

Coro da UFPR apresenta Brams no Salão Nobre do Colégio Estadual do Paraná


Com equilíbrio e paixão, Brahms elabora texturas sonoras de um tipo de beleza fecunda, que causa enlevo e faz buscar o lugar onde, dentro de cada um, a paz é de todos.

É com este espírito que os integrantes do Coro da UFPR se apresentam sob a regência do maestro Álvaro Nadolny.

Serviço

Coro da UFPR - Johannes Brahms
REGÊNCIA: Alvaro Nadolny
PIANISTA: Karina Ferrer Gineste da Silva
BOLSISTA CORREPETIDOR: Hermes Drechsel
DATA: 01 (ensaio aberto ao público), 02 e 03 de julho
HORÁRIO: 20h30
LOCAL: Salão Nobre do Colégio Estadual do Paraná – Avenida João Gualberto, 250
ENTRADA GRATUITA


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domingo, 27 de junho de 2010

Grupo de MPB da UFPR apresenta “Todos os Sentidos” no TEUNI

O Grupo de MPB da UFPR apresenta o espetáculo musical-cênico “Todos os Sentidos” a partir desta terça-feira 29 até sábado, 3 de julho às 20h30 no TEUNI - Teatro Experimental da UFPR.

O Grupo apresentará canções de diferentes compositores, escolhidas por seus próprios integrantes, que também respondem pela direção cênica das músicas, sob a supervisão de Luiz Berthier.

A tônica da apresentação, que tem a direção musical de Doriane Rossi, será centralizada na busca da sensibilização, razão pela qual traz ao palco elementos de experimentações sonoras descobertas durante o processo de elaboração do espetáculo, conduzindo o público a uma experiência tanto musical quanto sensorial.

Serviço
“TODOS OS SENTIDOS” - Grupo de MPB da UFPR
DIREÇÃO MUSICAL: Doriane Rossi
DATA: 29 e 30 de junho – 01, 02 e 03 de julho
HORÁRIO: 20h30
LOCAL: Teatro Experimental da UFPR (Praça Santos Andrade, 50 – 2º andar – Prédio Histórico da UFPR)
INGRESSO: Entrada gratuita

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sábado, 19 de junho de 2010

Téssera Companhia de Dança apresenta "DIACRONIA" no TEUNI


A Téssera Companhia de Dança da UFPR apresenta a partir da próxima quarta-feira, dia 23 de junho, o espetáculo “DIACRONIA”, apresentação que integra a programação comemorativa dos 30 anos da Companhia, que serão celebrados no próximo ano. As apresentações seguem até domingo, 27 de junho, sempre às 21h* no TEUNI - Teatro Experimental da UFPR, com ENTRADA GRATUITA.




Por que DIACRONIA? A terminologia faz referência a fenômenos considerados do ponto de vista de sua ‘evolução no tempo’ – estudo e amostragem daquilo que se sucede no espaço-tempo, de forma cronológica.

A partir deste conceito, o espetáculo reúne coreografias consagradas do repertório, ao lado de obras inéditas, criadas especialmente para este espetáculo, ou seja, além do caráter diacrônico, também estará presente no espetáculo a SINCRONIA - a atualização e a releitura dos elementos da dança no mundo contemporâneo.

O espetáculo, com duração aproximada de uma hora, tem direção e coreografias de Rafael Pacheco e Cristiane Wosniak, trilha sonora de César Sarti e iluminação de Luis Tschannerl.

(Texto: Unidade de Dança da UFPR)


Serviço
“DIACRONIA” – Téssera Companhia de Dança da UFPR
COREOGRAFIAS: Rafael Pacheco e Cristiane Wosniak
DATA: 23 a 27 de Junho
HORÁRIO: 21h00
LOCAL: Teatro Experimental da UFPR (Praça Santos Andrade, 50 – 2º andar – Prédio Histórico da UFPR)
INGRESSO: Entrada Gratuita.

Os convites deverão ser retirados na bilheteria do teatro no dia da apresentação a partir das 20h00 pelo fato do TEUNI comportar somente 80 lugares por noite.

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Série Música no DeArtes apresenta "Concerto de Música Moderna: Resposta a Messiaen"


O Departamento de Artes da Universidade Federal do Paraná convida para o concerto de música moderna Resposta a Messiaen, na série Música no DeArtes. O concerto foi idealizado pelos alunos da linha de pesquisa "Teoria e Criação" do Programa de Pós-Graduação em Música da UFPR, junto com a professora Dra. Roseane Yampolschi. No programa, estréia de obras dos mestrandos, constituindo um resumo das atividades desenvolvidas ao longo do semestre, focadas em uma pesquisa sobre a estética composicional do compositor francês Olivier Messiaen (1908-1992); como resultado desta pesquisa, cada aluno compôs uma peça com alguma ligação com essa estética.

A série “Música no DeArtes” foi criada neste ano como iniciativa conjunta de professores e alunos do Curso de Graduação e Pós-graduação em Música do Departamento de Artes da UFPR. A atmosfera íntima da pequena sala permite a audição de vários gêneros de música, e concede à platéia a rara experiência de um contato muito próximo com os intérpretes. A série “Música no DeArtes” abre suas portas a artistas locais de destaque ou aqueles que eventualmente, de passagem por Curitiba, desejem apresentar seu trabalho. A série também abraça novos talentos que queiram experimentar um espaço artístico acolhedor e estimulante.

Serviço:
Concerto de Música Moderna: Resposta a Messiaen
Série Música no DeArtes
Local: Auditório do DeArtes (Rua Coronel Dulcídio, 638 – Batel)
Data: 22 de Junho (Terça-feira), às 18h30
Programa: Obras de Lucas Fruhauf, André Fadel, Luiz Cláudio Barcellos,
Renato Vasconcelos, Semitha Cevallo, Marco Aurélio Koentopp,
Rafael Palmeira da Silva e Eduardo Patrício.
Intérpretes: Jairo Wilkens (clarinete), Marco Aurélio Koentopp (flauta),
Atli Ellendersen (violino), Thomas Jucksch (violoncelo), Elizabeth Fadel (piano),
André Fadel (piano), Semitha Cevallo (piano), Lucas Ferreira Fruhauf (regência).
Direção: Roseane Yampolschi.

ENTRADA GRATUITA!

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Abertas as inscrições para participação nas Oficinas do 20º Festival de Inverno

Foto: Douglas Fróis/UFPR

Você já pode fazer a sua inscrição de oficinas para o 20º Festival de Inverno da UFPR a partir desta quarta-feira, 16 de junho até o dia 02 de julho de 2010.

Saiba como se inscrever:

DIRETAMENTE, na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR – sala da Coordenadoria de Cultura (Prédio Histórico da Universidade na Praça Santos Andrade em Curitiba, 3º andar) — das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30* e no Theatro Municipal de Antonina (Rua Carlos Gomes da Costa, s/n.º) das 09h às 11h30 e das 13h30 às 17h*;

• Aqui, pela INTERNET, no site do Festival — www.proec.ufpr.br/festival2010;

• Via FAX, por meio de ficha de inscrição disponível no site do Festival.

Neste ano, o Festival acontece de 10 a 17 de julho em Antonina, litoral do Paraná. Considerado o maior evento de extensão da Universidade Federal do Paraná, o Festival de Inverno vem todo ano transformando Antonina com uma semana recheada de espetáculos diários e oficinas para todas as idades, integrando todas as faces da arte em um grande evento que neste ano completa 20 invernos de cor, movimento, arte e música.

Confira a programação completa, os detalhes sobre as oficinas ofertadas, inscrição e alojamento: www.proec.ufpr.br/festival2010

* Por gentileza verifique os horários de atendimento nos dias de participação da seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo de 2010

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

UFPR Cultural ganha novo layout

Layout antigo.

UFPR Cultural ganhaum novo layout. Mais espaços pra textos e fotos maiores, mais cores e melhor organização. Aos poucos, estaremos ajustando as informações ao novo design.

O blog agora também faz parte da Rede Ning da UFPR.

Continue nos acompanhando!

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

A abertura da exposição "Em Obras" do curso de artes Visuais - de 10 a 24 de junho


A abertura da exposição EM OBRAS acontece nesta quinta feira, dia 10 de junho, às 19h, na Sala de Exposições do Campus UFPR Batel. A exposição traz trabalhos de treze artistas acadêmicos do curso de bacharelado em Artes Visuais.

Serviço:
Período: 10 a 24 de junho de 2010
Local: Rua Coronel Dulcídio, 638 - Batel
Fone:(41)3224 9915

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Saiba mais sobre o próximo concerto da Orquestra Filarmônica da UFPR



Heitor Villa- Lobos (1887 - 1959)/ Márcio Steuernagel (1982):
Quarteto (1917/2009-10) – estréia mundial -
I. Allegro con moto/Taleae
II. Andante (tranquillo)/Outros timbres
III. Scherzo: Allegro vivace /Concerto grosso para 25 Quartetos
IV. Allegro/Espectral

O ciclo de 17 quartetos de cordas de Villa-Lobos não é tão conhecido como as “Bachianas Brasileiras”, ou o ciclo dos “Choros”, ou mesmo a sua obra para violão, mas, talvez seja o ciclo de obras que revele as mudanças pelas quais o compositor passou ao longo de carreira. Os primeiros 4 quartetos foram escritos durante a sua primeira fase, anterior à “Semana de Arte Moderna, de 1922”. Apesar de encontrarmos alguns ecos da música francesa de Debussy, esses quartetos já mostram uma originalidade rara dificilmente observada em suas outras obras da época.

O Quarteto no. 4, escrito em 1917 e dedicado a Frederico Nascimento, foi o escolhido para este trabalho de releitura. A obra teve que esperar até 1947 para ser estreada pelo Quarteto Borgeth. Não é uma obra muito executada, pois além de sua dificuldade técnica característica, há uma escrita que não nos revela melodias típicas brasileiras tão facilmente. Apesar disso, esse quarteto tem uma estrutura formal simples. Como em todos os quartetos do compositor, com exceção do primeiro, são quatro movimentos à maneira do compositor austríaco Franz Joseph Haydn (1732-1808), considerado o pai dessa formação. Além disso, Villa se mantém dentro de uma estrutura formal simples seguindo, praticamente o formato A-B-A nos movimentos. As melodias utilizadas são variadas e já antecedem as Bachianas e o poema sinfônico “Uirapuru”. O primeiro movimento, “allegro com moto”, tem reminiscências de Debussy e trabalha com ampla variedade harmônica. No segundo movimento, aparece um tema evocativo de Xangô.

O terceiro, é bem leve e cria uma atmosfera que nos remete ao mundo de suas obras para crianças. No último movimento, o compositor busca novamente um idioma mais abstrato, sem variar tanto a estrutura harmônica como no primeiro.

No ano passado, quando o mundo lembrava os 50 anos da morte de Villa-Lobos, Márcio Steuernagel, compositor, e regente da nossa orquestra, pensou em fazer homenagem ao mestre através da orquestração de uma de suas obras pouco conhecidas, mas que fosse muito significativa. Foi quando lhe sugeri esse quarteto de cordas no.4. Nesse grande trabalho de orquestração, M.Steuernagel fez uma aprofundada pesquisa de técnicas de instrumentação que foram desenvolvidas ao longo do século passado. O contraste entre as massa sonoras sugeridas pela escrita às vezes densa, por Villa-Lobos, e a textura filigranada da música de câmara foram o ponto de partida para esse trabalho. No primeiro movimento, a orquestração foi usada para revelar as estruturas rítmicas subjacentes ao texto musical. No segundo, foram usadas técnicas expandidas para valorizar as possibilidades timbrísticas. No terceiro, numa brincadeira, como sugere o título do movimento, O quarteto foi multiplicado resultando em 25 quartetos dentro da orquestra que se alternam entre si e com o todo fazendo-nos lembrar de um concerto grosso barroco. E, no quarto e último movimento, a orquestração foi pensada em função de uma análise espectral de uma gravação do quarteto original.
Esta é a primeira execução da obra nesse formato que foi criado especialmente para a Orquestra Filarmônica da UFPR.


Harry Crowl (1958): Subtrópícos (2010)
1. Enquanto uma grande cidade dorme – estréia mundial –

São quase inexistentes as obras musicais que fazem alusão ao universo relativo às paragens ao sul do trópico de capricórnio, no Brasil, com exceção do Rio Grande do Sul. Enquanto a exuberância tropical domina a visão que se tem sobre o país, fica muitas vezes esquecida a percepção da mudança das estações, a diversidade cultural amalgamada num cotidiano discreto e muitas vezes introspectivo desse mundo situado entre São Paulo e as serras gaúcha e catarinense. Não se trata aqui de um retrato noturno de Curitiba, ou das regiões do Paraná e Santa Catarina, mas de um ensaio sonoro sobre os sons misteriosos ouvidos ao longe nas profundezas da noite numa cidade grande. Por aqui, esses sons são enriquecidos muitas vezes pelo uivar do vento e pelos caminhões de limpeza.

A região subtropical encontra-se delimitada ao norte, pelo Trópico de capricórnio. Nessa obra orquestral, que é a primeira de um dítico para orquestra, dedicado à Orquestra Filarmônica da UFPR, foram trabalhados muitos aspectos harmônicos e timbrísticos que têm como objetivo uma constante e sutil passagem entre sonoridades diversas como num quadro abstrato onde cores se fundem umas nas outras sem ficar claro onde uma acaba e outra começa. É uma obra que nos remete ao compositor americano Charles Ives (1874-1954), especialmente nas suas “Duas Contemplações para orquestra: The Unanswered Question (A pergunta não respondida), e, Central Park in the Dark (Central Park no escuro) ”.


Leopoldo Miguéz (1850-1902): Suíte à Antiga, opus 25
I. Prelúdio (moderato)
II. Sarabanda (andante)
III. Gavota (allegro moderato)
IV. Ária
V. Double (andantino)
VI. Giga (allegro vivace)

Exímio violinista e regente de orquestra muito atuante no Rio de Janeiro do final do século XIX, Miguéz tornou-se conhecido pela sua autoria do “Hino à Proclamação da República” e pelo episódio que proporcionou o lançamento do então jovem maestro italiano Arturo Toscanini, no Rio, em 1897, quando se desentendera com o empresário italiano que o havia contratado para reger a ópera “Aída”, de Giuseppe Verdi. O jovem Toscanini era o primeiro violoncelo da orquestra que acompanhava a companhia de ópera, então de passagem pela América do Sul, apresentando essa ópera.

No dia da demissão de Miguéz, Toscanini foi convidado a reger o espetáculo e, para surpresa de todos, ao chegar ao pódio, fechou a partitura e conduziu a orquestra por mais de 3 horas inteiramente de memória. Miguéz se sentiu talvez, aliviado, pois ele era um grande admirador de Wagner e Liszt e não se simpatizava com o domínio da ópera italiana, no Brasil daquela época. A sua visão estética ficou muito clara em suas obras sinfônicas, centradas em 3 magníficos poemas sinfônicos: Parisina, Prometeu e Ave Libertas! Miguéz estudara na França com Ambroise Thomas (1811-1896) entre 1882 e 1886, e de lá voltara convertido à música de vanguarda da época, que era justamente a nova música alemã preconizada pelos poemas sinfônicos de Franz Liszt (1811-1886) e pelos gigantescos dramas musicais de Richard Wagner (1813-1883).

Miguéz também escreveu dois dramas musicais seguindo o modelo wagneriano, - Pelo Amor! e, Os Saldunes. A Suíte à Antiga, opus 25, segue uma tendência que esteve amplamente na moda no final do séc.XIX e início do séc.XX. Tratava-se de se recriar o ambiente da corte francesa do séc.XVIII através da imitação do estilo dos cravistas do século anterior, especialmente dos Couperin, que viveram entre os séculos XVII e XVIII. No Brasil, além de Miguéz, Alberto Nepomuceno (1860-1920) também escreveu uma Suíte Antiga, em versões tanto para piano quanto para orquestra de cordas. Compositores europeus tão diversos quanto o norueguês Edvard Grieg (1843 -1907), os franceses Claude Debussy (1865-1918) e Maurice Ravel (1875-1937) e, o alemão Richard Strauss (1864-1949), escreveram obras evocando os salões da corte de Versalhes através da recriação do estilo antigo francês. No caso de Miguéz, que era um republicano convicto, encontramos essa obra bem característica de uma nostalgia dos tempos de glória anteriores à Revolução Francesa.

A música feita por compositores brasileiros do passado e do presente nos revela o dinamismo e a vitalidade que a música de concerto ainda tem a nos oferecer, seja como entretenimento ou como reflexão.

Texto: Harry Crowl

Serviço
Orquestra Filarmônica da UFPR
REGÊNCIA: Márcio Steuernagel
PROGRAMA: Villa-Lobos, Harry Crowl e Leopoldo Miguéz
DATA: 11 e 18 de junho
HORÁRIO: 20h00
LOCAL: Capela Santa Maria – Rua Conselheiro Laurindo, 273
INGRESSO: R$10,00 ou R$ 5,00 mais 1kg de alimento não perecível


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Hoje tem "Viúva Alucinada" na Praça Santos Andrade!


Nesta quarta-feira, às 17h17, começa a temporada de apresentações do novo espetáculo da Companhia de Teatro PalavrAção!


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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Orquestra Filarmônica da UFPR apresenta concerto inteiramente dedicado a compositores brasileiros

Foto: Fábio Marcolino/Proec

A Orquestra Filarmônica da UFPR realiza um concerto inteiramente dedicado a compositores brasileiros às 20h na sexta-feira desta e da próxima semana, dias 11 e 18 de junho na Capela Santa Maria.

Pela primeira vez em Curitiba, será executada a Suite Antiga, do compositor carioca Leopoldo Miguéz, autor do Hino da República, além de uma releitura contemporânea, para orquestra, do Quarteto de Cordas no.4, escrito em 1917, por Villa-Lobos, realizada por Márcio Steuernagel.

Nesta noite também estréia a obra "Subtrópicos", de Harry Crowl, um dítico sinfônico que faz alusão a vagas paisagens abaixo do Trópico de Capricórnio.

Ambos os trabalhos de M.Steuernagel e H. Crowl foram escritos especialmente para a Orquestra Filarmônica da UFPR.

Serviço
Orquestra Filarmônica da UFPR
REGÊNCIA: Márcio Steuernagel
PROGRAMA: Villa-Lobos, Harry Crowl e Leopoldo Miguéz
DATA: 11 e 18 de junho
HORÁRIO: 20h00
LOCAL: Capela Santa Maria – Rua Conselheiro Laurindo, 273
INGRESSO: R$10,00 ou R$ 5,00 mais 1kg de alimento não perecível

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

CIA de Teatro PalavrAção apresenta "As Aventuras de uma Viúva Alucinada" na Praça Santos Andrade

Foto: Acervo Funpar

A Companhia de Teatro PalavrAção da UFPR apresenta a partir da próxima quarta-feira, 9 de junho, a peça de teatro de bonecos "As Aventuras de uma Viúva Alucinada". As apresentações acontecem até 25 de junho, de quarta a sexta, sempre às 17h17min (!!!) em frente ao Prédio Histórico da UFPR, com entrada gratuita.

A peça, de autoria de Januário de Oliveira – Mestre Ginú (1910-1977/ PE), conta a história de uma viúva que, com as dificuldades da vida e falta do seu marido, procura ajuda de um compadre que tudo faz para ela se alegrar.

Ele demora um pouco, mas acaba conseguindo e daí em diante a viúva alucina, endoidece e desanda a dançar, só conseguindo “parêia” (parceria) com o satanás, que a leva para o inferno juntamente com seus filhos e de onde é resgatada pelo professor Tiridá após ferrenha luta com o diabo.

Elenco: Alaor Carvalho, Larissa Yeda, Lívia Dechermayer, Mariane Assis, Michele Carneiro, Cláudio Andrade, Max Carlesso, Willy Bartolini, Bruno Laurindo, Patrícia Aleixo.

Serviço
“AS AVENTURAS DE UMA VIÚVA ALUCINADA.” - Companhia de Teatro Palavração da UFPR
DIREÇÃO: Alaor Carvalho
DATA: 09 a 25 de junho – de quarta a sexta-feira
HORÁRIO: 17h17 (!)
LOCAL: Praça Santos Andrade – em frente ao Prédio Histórico da UFPR
INGRESSO: Entrada Gratuita

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Editora UFPR lança obra de método de violão para crianças

"O Equilibrista das seis cordas" aborda maneira criativa e original questões técnicas necessárias para se tornar um violonista.

Através de jogos e brincadeiras, a criança vai aprendendo a tocar violão de forma lúdica e divertida.

O método de violão é resultado da experiência da autora Silvana Mariani como professora de violão para crianças durante muitos anos, tanto na Suíça como no Brasil.

Serviço:
"O equilibrista das seis cordas" de Silvana Mariani
Série Pesquisa Lingüística, Literatura e Artes
Preço: R$ 36,00
Essa obra pode ser obtida através do site www.editora.ufpr.br e na Livraria UFPR, nos endereços Rua Dr. Faivre, 405, Ed. D. Pedro II - Térreo e no Centro Politécnico - Centro de Convivência.
Mais informações: (41) 3661-5214



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