sábado, 26 de setembro de 2009

Arte nos Campi retoma atividades

Exposição fotográfica do Arte nos Campi sobre os Grupos Artísticos da UFPR percorrerá os campi da Universidade. Na sexta, a Unidade de Dança da UFPR se apresenta no Jardim Botânico.


A exposição itinerante “Grupos Artísticos da UFPR” estará no hall do Setor de Ciências Sociais Aplicadas no Campus Jardim Botânico da UFPR a partir desta segunda-feira, dia 28 até sexta-feira, 2 de outubro, quando a Téssera Companhia de Dança e o Curso de Dança Moderna farão uma performance às 18h, inaugurando as apresentações sob a chancela “Arte nos Campi”.

As fotos da exposição, de autoria de Douglas Fróis, buscam demonstrar todo o movimento, a cor, a música, e a emoção envolvida na arte dos grupos. A unidade de dança da UFPR trará para o campus do Jardim Botânico três coreografias: Tanzen (pelos integrantes da Téssera Companhia de Dança), Vórtice (pelos membros do Curso de Dança Moderna), e Registrato. Um total de 36 bailarinos participa da apresentação.
O maior objetivo do Arte nos Campi é divulgar o trabalho dos Grupos Artísticos da UFPR, levando canções, dança, e teatro para espaços alternativos da Universidade. Os grupos permitem que você usufrua de cultura gratuitamente por meio de apresentações que normalmente acontecem no Teatro da Reitoria e no TEUNI - Teatro Experimental, bem como em diversos outros locais, levando também a arte para fora da UFPR, a convite da comunidade.

O objetivo não é suprir o contato que deve se ter com a arte, nem reproduzir o trabalho primoroso realizado nos palcos, mas sim incentivar e convidar as pessoas a freqüentarem esses espaços culturais da universidade.

A primeira apresentação do “Projeto Arte nos Campi” aconteceu no final de maio deste ano também no Campus do Jardim Botânico, com a apresentação da Orquestra Filarmônica da UFPR (foto ao lado). Novas apresentações devem esquentar o mês de novembro, e a exposição deverá percorrer ainda outros campi em Curitiba. A exposição foi uma das atrações ofertadas aos alunos participantes na Feira de Profissões.

Serviço
“Arte nos Campi”
- Exposição “Grupos Artísticos da UFPR pela fotografia de Douglas Fróis”:
Período: De 28 de setembro até 2 de outubro, no Jardim Botânico

- Apresentação aberta da Unidade de Dança:
Quando: Dia 2 de outubro, às 18h

Onde: Hall do Setor de Ciências Aplicadas – Campus Jardim Botânico da UFPR - Av. Lothário Meissner, 3400 – Bairro Jardim Botânico - Curitiba PR

Fotos: Douglas Fróis/PROEC
A maquete...

... E o pessoal vendo...

... A exposição montada na última Feira de Profissões.

Exposição itinerante sobre os Grupos Artísticos da UFPR:
da concepção à realização
.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Orquestra Filarmônica da UFPR se apresenta em Rio Negro

Foto: Douglas Fróis/PROEC
Dentro das comemorações dos 180 anos da imigração alemã no Estado, orquestra apresenta nesta sexta em Rio Negro obras de Villa-Lobos, H. Oswald e Mendelssohn.

Nesta sexta-feira, dia 25 de setembro, a Orquestra Filarmônica da UFPR embarca em um ônibus a caminho para Rio Negro, no interior do Paraná. A apresentação acontece às 20h no Clube Rio Negrense (rua 7 de Setembro, 361). A entrada é gratuita.

Em seu repertório, sob a regência de Márcio Steuernagel, a orquestra tocará a Sinfonieta nº 1 em Si bemol maior de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Romance para Cordas de Henrique Oswald (1852-1931) — ambos compositores brasileiros — e a Sinfonia nº 5 em Ré menor, op. 107, "Reforma" do alemão Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847).

A orquestra atende ao convite da Secretaria de Turismo e Cultura da prefeitura de Rio Negro e a apresentação faz parte das comemorações dos 180 anos da imigração alemã no estado do Paraná.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Orquestra Filarmônica da UFPR presta homenagem a Heitor Villa Lobos e a Mendelssohn

Foto: Douglas Fróis/PROEC

Não perca a apresentação da Orquestra Filarmônica da UFPR nesta quarta-feira, 23 de setembro às 20h30 no Teatro da Reitoria!

Neste ano em que lembramos os 50 anos do falecimento do maior de todos os compositores brasileiros, Heitor Villa-Lobos, a Orquestra Filarmônica da UFPR presta-lhe homenagem executando a Sinfonieta no.1, de 1916, que por sua vez tem como subtítulo “Homenagem a Mozart”.

Comemorando também o bicentenário de nascimento de Felix Mendelssohn-Bartholdy, o programa inclui o “Concerto no.1 em sol menor para piano, op.25”, do compositor alemão.

A orquestra apresentará o “Concerto no. 21 em Dó maior , K.467”, do próprio Mozart, um dos mais conhecidos de todo o repertório. Composto em 1785, época em que Mozart estava no auge da fama, é um dos mais refinados exemplos da literatura do período clássico para instrumento solista e orquestra.

A entrada é franca!

Serviço
Orquestra Filarmônica da UFPR
Quando: 23 de setembro de 2009, às 20h30
Onde: Teatro da Reitoria da UFPR - Rua XV de Novembro, 1299.
Mais informações: 3310-2640
Entrada gratuita

Confira o programa:

W.A.Mozart (1756-1791)- Concerto no. 21 em Dó maior, K.467

1º.mov. Allegro maestoso
2º.mov. Andante
3º.mov. Allegro vivace assai

Solista: Thiago Plaça Teixeira

Heitor Villa-Lobos (1887-1959)- Sinfonieta no.1 em Si bemol maior (1916)

Márcio Steuernagel, regente

Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1842) - Concerto no. 1 em sol menor, op.25 (1832)

1º.mov. Molto allegro com fuoco
2º.mov. Andante
3º.mov. Presto; Molto allegro e vivace

Solista: Alexsander Ribeiro Lara

Denise Mohr, regente

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Venha assistir a peça "Pixain" no TEUNI

O espetáculo “Pixaim”, com direção de Rafael Camargo, está em cartaz no Teatro Experimental da UFPR (TEUNI).

As apresentações vão até 11 de outubro, e acontecem de terça a sábado às 21h e domingos às 19h. A peça é inspirada na antologia de contos de autores de origem africana e faz parte da comemoração dos 30 anos de carreira do artista e produtor Isidoro Diniz.

Pixaim trata de questões do povo afrodescendente brasileiro, abordando situações cotidianas da vida dos negros no País. O Teuni fica no Prédio Histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade, 2º andar.

Reservas e informações (41) 9942-1879. A entrada é gratuita.



Serviço:

"Pixain"
Direção e dramaturgia: Rafael Camargo
Assistente de Direção e Pesquisa: Kátia Drumond
Com: Simone Magalhães, Cássia Damasceno, Cássia Gomes, Adriano Carvalhaes e Marcel Szymanski
Onde: TEUNI - Teatro Experimental da UFPR
Prédio histórico da Praça Santos Andrade, 2º andar
De 5 de setembro a 11 de outubro
Quando: terça a sábado às 21h e domingos às 19h.



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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Centro de Línguas e Interculturalidade promove I Feira de Etnias


A partir de amanhã, o Celin - Centro de Línguas - promove a I Feira de Etnias - um espaço comum que permite demonstrar diferentes manifestações culturais .

Com a missão de ensinar diferentes línguas e culturas estrangeiras, o Celin busca fomentar a interação entre as diferentes culturas.

Uma forma de divulgação e interação entre seus alunos, professores e colaboradores é através de eventos que congreguem a comunidade interna e externa à UFPR, sensibilizando-os para as diferenças do outro.

Inscreva-se! Amanhã é o último dia.

Serviço

Local: UFPR – Reitoria
Horário de Realização:
Feira: das 11h às 19h
Oficinas e Palestras: das 16h30 às 22h

Informações e Inscrições:
Local: secretaria do Celin XV - Rua XV de novembro, 1441
Período: De 9 de setembro a 15 de setembro de 2009
Horário: das 9h às 12h, das 14h às 21h
Telefone: 3363-3354
E-mail: comunique.celin@ufpr.br

Confira a programação completa no site do Celin -
www.celin.ufpr.br

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Não perca o "Duo de Piano e Violino Alemanha" nesta terça-feira


Aprecie obras de Mozart, Beethoven e Schumann com o "Duo de Piano e Violino Alemanha" que acontece nesta terça-feira às 20h no espaço cultural da Capela Santa Maria.
No piano, Michael Uhde. No violino, Albrecht Breuninger. O Duo Faz parte da Série Concertos Especiais da FundaçNegritoão Cultural de Curitiba.

A Capela fica na Rua Conselheiro Laurindo, 273 no centro de Curitiba.

Ingressos custam R$ 10,00 ou R$ 5,00 mais 1kg de alimento não perecível
Mais informações: 3321-2840


Serviço:
"Duo de Piano e Violino Alemanha"

Data: 15/09/09
Horário: 20 h
Local: Capela Santa Maria - Espaço Cultural
Rua Conselheiro Laurindo, 273
Ingressos: R$ 10,00 ou R$ 5,00 mais 1kg de alimento não perecível
Informações: 3321-2840

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Concurso de Piano “Edna Habith”

Foto: Douglas Fróis / PROEC



Nos próximos dias 9 e 13 de setembro, a Orquestra Filarmônica da UFPR estará participando do VIIo. Concurso Nacional de Piano “Profa. Edna Bassetto Habith”. A convite da produtora do evento “Trento Comunicação Integrada”, a orquestra estará realizando os concertos de abertura e de encerramento do concurso apresentando como solistas os vencedores do concurso do ano passado. Os concertos acontecerão na Capela Sta. Maria, às 20:30hs., nos dias 9 e 13 e são abertos ao público interessado em geral.

Abertura dia 09/09/2009

Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1842)

Sinfonia nº 5 em Ré maior, Op. 107 “Reforma”

I – Andante – Allegro com Fouco

II – Allegro vivace

III – Andante

IV – Chorale: Ein ‘feste burg:Andante com moto – Allegro vivace


Concerto no. 1 em sol menor, op.25 (1832)

1º.mov. Molto allegro com fuoco

2º.mov. Andante

3º.mov. Presto; Molto allegro e vivace

Solista: Alexsander Ribeiro Lara

Orquestra Filarmônica da UFPR

Denise Mohr, regente


Saiba mais:

O Concerto no.1 em sol menor para piano, op.25, de Felix Mendelssohn-Bartholdy foi escrito entre 1830 e 31 e foi estreado em Munique em outubro de 1831, na mesma época que sua Sinfonia no.4 “Italiana”. Ele já tinha escrito um concerto para piano em lá menor, com acompanhamento somente de cordas em 1822 e, dois concertos para dois pianos, entre 1823 e 24. Os três movimentos do Concerto no. 1 estão interconectados e apresentam tonalidades distintas. Trata-se aqui uma obra de transição entre a época clássica e o período romântico já em voga naquela época. Esse concerto é cheio de seções improvisadas, o que era uma das especialidades do compositor, além de apresentar grandes desafios virtuosísticos para o solista. Neste ano em que também comemoramos o bi-centenário de nascimento de Mendelssohn, a Orquestra Filarmônica da UFPR vem destacando a obra do compositor no seu repertório.

A Sinfonia no.5 em ré menor, opus 107, “A Reforma”, de Felix Mendelssohn-Bartholdy foi escrita para as comemorações dos 300 anos da “Confissão de Augsburg”, em 1830. Na verdade, esta é a segunda sinfonia do compositor. A estréia desta obra está cercada de muitas controvérsias. Mendelssohn era de uma família judaica muito tradicional.
Felix Mendelssohn foi batizado luterano e isso era algo muito importante então, pois a época era de grande instabilidade política nos vários estados alemães, e um forte sentimento anti-semita já pairava sobre os ares. Em muitas regiões, ser alemão e ser luterano era praticamente a mesma coisa. Educado para ser um grande admirador da cultura alemã e, imbuído de um certo espírito nacionalista, Mendelssohn escreveu esta sinfonia com todo o entusiasmo de um jovem muito talentoso de pouco mais de 20 anos de idade.

Declarações da época, afirmam que o compositor tinha a capacidade de elaborar uma obra desse porte inteiramente na sua memória e depois, simplesmente escrevê-la de um fôlego só. A composição da obra começou no outono europeu de 1829 e foi terminada em abril de 1830. As comemorações da “Revolução da Igreja”, que era como os alemães se referiam à “Reforma Protestante”, estavam marcadas para junho daquele ano. Porém, a situação política vinha se deteriorando rapidamente em várias regiões da Europa e culmina com a chamada “Revolução de Julho”, em Paris.

Como num efeito dominó, as agitações chegam rapidamente às terras alemãs e as comemorações são canceladas, devida principalmente, à intensa oposição por parte da igreja católica às festividades. A Sinfonia no. 5 só foi estreada em Berlim, em novembro de 1832. Mas, os problemas não foram só políticos. A música de Mendelssohn soava muito moderna para a época e o compositor recém descobrira a música de J.S.Bach, com a qual se envolveu profundamente. O contraponto que aparece nas obras sacras de Bach foi cuidadosamente observado por Mendelssohn que os aplicou largamente na sua sinfonia. Isso fez com que a obra não só soasse muito grandiloquente, mas que demandasse muito dos músicos, que freqüentemente protestavam durante os ensaios. Alguns temas muito conhecidos do hinário luterano foram utilizados na sinfonia.

No primeiro movimento, o compositor introduz a melodia do “Amen de Dresden”, que Richard Wagner alguns anos mais tarde, também vai usar na sua ópera “Parsifal”. Os dois movimentos centrais seguem a estrutura formal das sinfonias da época que conduzem ao movimento de conclusão que é quase um ciclo de variações sobre o famoso hino “Ein feste Burg ist unser Gott!” (Uma poderosa fortaleza é o nosso Deus!), de autoria do próprio Lutero. A obra termina com uma reapresentação apoteótica do hino como numa afirmação absoluta de fé. Desde a época do compositor até o séc.XX, muitos o acusaram injustamente de oportunismo por ele ser de origem judaica, mas a importância de sua música, não somente a 5a. Sinfonia, foi enorme para o Romantismo alemão. Nesse ano em que comemoramos os 200 anos de seu nascimento, não resta a menor dúvida que Felix Mendelssohn-Bartholdy foi um dos pilares da música do séc.XIX e um dos maiores compositores alemães de todos os tempos.


Encerramento dia 13/09/2009

Henrique Oswald (1852 – 1931)

“Romance” para cordas


W.A.Mozart (1756-1791)

Concerto no. 21 em Dó maior, K.467

1º.mov. Allegro maestoso

2º.mov. Andante

3º.mov. Allegro vivace assai

Solista: Thiago Plaça Teixeira


Henrique Oswald foi um compositor brasileiro, filho de imigrantes europeus, que gozou de grande prestígio na sua época. Nascido no Rio de Janeiro em 1852, aprendeu as primeiras lições de música com a sua mãe. Passou a maior parte de sua vida na Europa, especialmente em Florença, Itália, para onde fora enviado pela família para que se desenvolvesse nos estudos musicais. Recebeu ajuda financeira de D.Pedro II enquanto freqüentava o conservatório. O compositor conviveu com as maiores personalidades da música de sua época, como Liszt e Brahms. Entre 1900 e 1903, acumulou o posto de cônsul-honorário do Brasil em Le Havre (França) e Florença (Itália).

Retornando definitivamente ao Brasil em 1903, substituiu Alberto Nepomuceno na direção do então Instituto Nacional de Música (atual Escola de Mus. da UFRJ). Como foi um exímio pianista, Oswald escreveu muito para o seu instrumento, além de ter escrito notável música de câmara para várias formações de cordas e piano, e ser o autor do primeiro concerto para piano e orquestra escrito por um compositor brasileiro.

Sua música tem um caráter intimista que o afasta de uma certa maneira do rótulo de compositor romântico, à maneira de Schumann ou Brahms. Sua linguagem musical apresenta um discurso instável que utiliza elementos já característicos do início do séc. XX, muito mais próxima de compositores pré-modernos franceses como Fauré e Debussy, do que de qualquer elemento germânico de origem wagneriana. O “Romance” para cordas, provavelmente escrito como uma obra para piano anteriormente, foi escrito em 1898 e apresenta essa escrita densa e introspectiva próxima da poesia simbolista que gozou de largo prestígio na sua época.

O Concerto no. 21 em Dó maior , K.467, de Wolfgang Amadeus Mozart é um dos mais conhecidos de todo o repertório. Foi composto em 1785, época em que Mozart estava no auge da fama. Apesar de essa obra ter muito em comum com várias outras da época, como os quintetos de cordas e as sinfonias no. 40 e 41, pouco se sabe sobre as circunstâncias nas quais foi escrita. É um dos mais refinados exemplos da literatura do denominado período clássico para instrumento solista e orquestra.

Neste ano em que lembramos os 50 anos do falecimento do maior de todos os compositores brasileiros, Heitor Villa-Lobos, a Orquestra Filarmônica da UFPR presta-lhe uma homenagem executando a Sinfonieta no.1, de 1916. Nesse mesmo ano, Villa-Lobos escreveu também a sua primeira sinfonia, além de várias outras obras para diversas formações instrumentais. Essa obra é subtitulada “Homenagem a Mozart”. Apesar da transparência da linguagem utilizada por ele na obra, praticamente nada se percebe de Mozart. O que se nota é que o compositor brasileiro tem uma personalidade muito própria, mas ainda carregada do espírito romântico francês.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Museu de Arte da UFPR é um dos espaços ocupados pela 5ª Bienal VentoSul

Foto: Douglas Fróis/PROEC
Obra Punto de Fusion 2 (2009), de Irene Dubrovsky

Com o título Água Grande: Os Mapas Alterados, a 5ª Bienal Latino-Americana de Artes Visuais – VentoSul está movimentando o cenário das artes visuais em Curitiba.

O evento reúne artistas de 30 países dos cinco continentes. Além das exposições, são realizadas intervenções urbanas, programações educacionais, mostra de vídeos, ações performáticas, encontros com críticos de arte, palestras e mesas-redondas de artistas.

As obras estão expostas em diversos locais da cidade, como o Museu de Arte da Universidade Federal do Paraná (MusA), Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Memorial de Curitiba, Centro de Criatividade, Solar do Barão e Museu Alfredo Andersen.

A curadoria geral está sob a responsabilidade dos críticos Leonor Amarante e Tício Escobar, atual Ministro da Cultura do governo paraguaio.

Após a realização em Curitiba, até dia 11 de outubro, a Bienal segue para outros estados brasileiros e países da América Latina. Toda a programação é gratuita.

Serviço:

Exposição “Água Grande: Os Mapas Alterados - 5ª Bienal VentoSul”
Período: até 11 de outubro de 2009,
de segunda a sexta, das 09h00 às 18h00 e sábados, das 09h00 às 13h00.
Local: Museu de Arte da UFPR – MusA
Prédio Histórico da UFPR – Praça Santos Andrade
Entrada pela Rua XV de Novembro, 695 no 1º andar
Informações: 3310-2603

ENTRADA GRATUITA

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