quinta-feira, 30 de julho de 2009

Grupos Artísticos da UFPR suspendem atividades até 10 de agosto

Seguindo a recente decisão da Reitoria da UFPR, fundamentada no crescente diagnóstico de casos de Gripe A (H1N1) entre os adultos jovens, em especial na Região Metropolitana de Curitiba, as atividades dos Grupos Artísticos também serão suspensas até o dia 10 de agosto.

A decisão da Coordenadoria de Cultura está de acordo com o que a administração superior decidiu nesta manhã. Estão suspensas na Universidade as aulas de graduação e pós-graduação e atividades relacionadas em todos os campi da UFPR — Curitiba, Matinhos, Palotina e Pontal do Paraná.

Assim como nas aulas de graduação e pós-graduação, as atividades de preparação de espetáculos dos grupos também compreendem aglomerações de muitas pessoas em espaços limitados, além de abranger atividades que envolvem contato físico, o que se mostra um ambiente propício para a disseminação do vírus.

A Comissão de Acompanhamento da Gripe, instituída na UFPR em 22 de julho — e que já vinha desde então monitorando os dados epidemiológicos e as orientações das autoridades sanitárias municipais, estadual e federal —, manterá o monitoramento durante todo o período de suspensão das atividades acadêmicas com informações sobre a evolução dos acontecimentos na página da UFPR ( www.ufpr.br ).

Durante o período de suspensão das atividades acadêmicas, ficam mantidas as recomendações a todos para que evitem aglomerações desnecessárias, tomem os cuidados básicos e procurem atendimento médico diante do surgimento de febre, tosse e outros sintomas gripais.

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Quem é Marcelo Chispita?

A lenda urbana das mensagens do misterioso personagem anunciadas nas noites do Festival de Inverno no palco principal em Antonina.

A mensagem é entregue todas as noites por baixo da fresta da cabine de som e sempre tem a mesma letra.

“Marcelo Chispita, sua mulher e filhos te aguardam na rodoviária.” Este recado foi dado no primeiro Festival de Inverno da Universidade Federal do Paraná e fez o povo de Antonina rir. Desde então a lenda se mantém viva. Todos os dias, misteriosamente, um bilhete chega às mãos de Rafael Pacheco, diretor de palco do Festival desde 1991. Estes bilhetes são chamados de “mensagens cifradas” e são lidos no encerramento da noite no palco principal.

Rafael Pacheco (foto ao lado), dirigente da Unidade de Dança da UFPR, é a voz do "Boa noite Antonina" e quem recebe as misteriosas mensagens.


As Mensagens Cifradas de Marcelo Chispita são propositalmente direcionadas ao povo de Antonina. Os termos e apelidos parecem desconexos para os visitantes, mas os antoninenses entendem e se divertem com os recados malucos e subjetivos. “São recados poéticos, indignados e engraçados, mas sempre relacionados a questões da cidade”, contou Pacheco. O clima é de dissimulação entre os moradores quando se trata de Chispita. Há um instinto de proteção do segredo entre os cidadãos.

“Mas não é o Pacheco?”, exclamou Rute Carvalho, a dona da banca de café da rua principal. Pacheco, no entanto, afirma categoricamente que as mensagens não são escritas por ele. Sua versão é que existe um grupo de moradores desconhecidos responsáveis por manter a tradição.

O envio dos recados surgiu como forma de manifestação do povo de Antonina. Em 2007, na noite de encerramento no Festival, uma figura surgiu em cima de um prédio ao som de fogos de artifício. Dizia ser o fantástico Marcelo Chispita. Contudo as dúvidas não foram respondidas e o mistério continua.

Ontem, como não poderia deixar de ser, um recado foi dado:

“Pois é meus amigos! Eu, como todo ser humano, e comum como um homem qualquer, tenho lá também minhas revoltas; não por vocês, ‘jamais’, e nem pelo festival, daquilo que oferece ou deixa a desejar. O festival sou eu, é você, somos nós. Mas sim pelos críticos que se assemelham ao bigode de ‘Epitácio’, ao gorro de ‘Marisa Bem-te-vi’ e aos óculos sem grau de ‘Luciano Curtição’. Eles giram-giram viram homem... giram-giram viram lobisomem. Mas eu não, eu não giro e nem viro, eu sou.... Marcelooooooo Chiiiiiiispita!!!!”

E quem consegue entender, que entenda!

Fotos: Douglas Fróis

Texto: Leda Samara, aluna do curso de jornalismo da UFPR e repórter da oficina Caranguejo: Jornalismo Impresso.

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Começou o 19º Festival de Inverno em Antonina!

Fotos: Douglas Fróis\PROEC
O Festival de Inverno da UFPR já está acontecendo e o UFPR Cultural traz para você os bastidores do maior evento de extensão da Universidade

Estamos desde sexta-feira na histórica cidade do litoral paranaense trabalhando na organização do Festival. São mais de 200 pessoas trabalhando na operação que até agora já conta com 5 espetáculos apresentados, além da tradicional Praça de Recreação Infantil onde várias crianças são entretidas em brincadeiras como perna-de-pau, pula corda, bambolê e bolinhas de sabão.

Neste ano, serão ministradas 35 oficinas e mais de 30 espetáculos acontecem na Igreja Matriz, Theatro Municipal e no Palco Principal, além de outros espetáculos que podem acontecer a qualquer momento nas ruas.

Quando chegamos o palco principal já se encontrava montado, imponente na avenida, aguardando o tão esperado "Ok, tudo pronto. Boa noite Antonina!" de hoje. Neste domingo, às 21h30 acontece a abertura oficial com Viola Quebrada.


PREPARATIVOS FINAIS


Os últimos dois dias que antecederam a abertura do festival foram bastante trabalhosos. A equipe desceu a serra do mar com um ônibus, uma van e dois caminhões lotados de equipamentos, instrumentos musicais, e os mais variados materiais para oficinas.

É uma verdadeira mudança, de repente toda a equipe da Cultura da UFPR está respirando ares diferentes, uma experiência onde se transpira muito para inspirar cultura para um público estimado de 40 mil pessoas. O fato de sairmos dos espaços da Universidade Federal do Paraná e mergulharmos em Antonina nos faz vivenciar toda a preocupação e dedicação dos bastidores do Festival: vivemos o clima de trabalho com grande intensidade, você dorme, acorda e passa o dia e a noite com sua equipe. Em uma cidade que tem normalmente 14 mil habitantes, você está a todo momento encontrando seu colega.


São pelo menos 19 sedes de atividades entre oficinas e espetáculos espalhadas por todo o centro da cidade. Quando chegamos, todos os materiais são distribuídos nesses espaços.Além disso, nesses dias, o clima também não foi nosso aliado. Houve muitos materiais que foram levados com chuva em nossas cabeças e vento batendo em nossos braços.

O pessoal responsável pelos espetáculos já estava aqui havia um tempo. Foram 3 dias de trabalho pesado, levantando o palco principal que mede quase 10 metros de altura e se extende por toda a largura da avenida, além de todo preparo em outros espaços

Mas todo o esforço, o suor, nossos músculos doloridos, e os olhos que reclamam de cansaço são apenas o preço do tesouro que o Festival da UFPR é. Em julho, Antonina torna-se mais que um lugar mágico. No inverno, Antonina é pura paixão pela arte.
* Na última foto, o Coordenador Geral do Festival, Guilherme Romanelli, toca com a banda Viola Quebrada no palco principal na abertura oficial.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Inscrições para oficinas do 19º Festival de Inverno da UFPR terminam amanhã

Foto: Manuela Salazar/UFPR
As inscrições para as oficinas do 19º Festival de Inverno da UFPR em Antonina se encerram nesta terça-feira, 7 de julho.

Neste ano, o Festival conta com 35 oficinas, abertas à comunidade em geral: não há necessidade de ser ligado à UFPR para participar.

Veja como fazer sua inscrição:

• Na Coordenadoria de Cultura da UFPR (Prédio Histórico na Praça Santos Andrade em Curitiba, 3º andar) — das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30;

• No Theatro Municipal de Antonina (Rua Carlos Gomes da Costa, s/n.º) — das 9h às 15h;

• Ou pela internet, no site do Festivalwww.proec.ufpr.br/festival2009.

O Festival de Inverno acontece na próxima semana, de 12 a 18 de julho, e será em Antonina, litoral do Paraná.

Uma opção barata para participar das oficinas é se hospedar nos alojamentos do festival. A taxa de hospedagem para participantes das oficinas adultas em alojamentos do festival é de R$30, e as vagas são limitadas.

O 19º Festival de Inverno da UFPR é patrocinado pela Itaipu Binacional, Caixa Econômica Federal, Ecovia e tem apoio cultural da Tecpar e Fundação da UFPR.


Conheça as oficinas


Entre as oficinas para o público a partir de 15 anos, o Festival oferece aulas de Gravura Japonesa (UKYO-E) — conhecida também como xilogravura a base d’água, o ukyo-e é uma arte japonesa introduzida no ocidente através dos artistas impressionistas

A oficina “Mãos nas obras II” tem como objetivo a montagem de uma exposição dos trabalhos realizados nas oficinas, propiciando aos participantes a experiência completa de um Conselho Curatorial.

O festival oferece também neste ano a oficina de Produção Musical e Discotecagem de Hip Hop, que pretende ensinar aos participantes a fazer suas próprias produções, discotecando e conhecendo os termos técnicos e especificidades que ajudarão a se relacionar melhor com o mundo da música e da produção sonora.

A vivência de jornalismo diário, reproduzindo as rotinas de uma redação e acompanhamento do processo de planejamento e fechamento de um jornal que circulará pelo público Festival (pelo menos 40 mil pessoas) é o objetivo da oficina Caranguejo — Jornalismo Impresso.

Outra oficina que já é tradição é a de Cerâmica Regional, e faz um resgate cultural da cerâmica no Paraná. O forno utilizado para a queima das peças está em Antonina desde a primeira edição do Festival, em 1991.

O custo das oficinas para aqueles que têm acima de 15 anos é de R$40. As inscrições para oficinas infantis são realizadas somente em Antonina no dia 11 de julho e são totalmente gratuitas. A lista completa das oficinas está no site www.proec.ufpr.br/festival2009.

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