terça-feira, 30 de junho de 2009

Coro da UFPR apresenta "A Música que faz parte de você" no Teatro da Reitoria

Divulgação
Nesta semana, o Coro da UFPR apresenta "A Música que faz parte de você", sob a regência de Alvaro Nadolny.

No programa, árias de Ópera, peças de Haydn, Tchaikovsky, Bruckner entre outros.

A apresentação acontece nos dias 02, 03 e 04 de julho (quinta a sábado), às 20h30 no Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299). A entrada custa apenas 1 kg de alimento não perecível, exceto sal.

Serviço:

Coro da UFPR - "A Música que faz parte de você"
Regência: Alvaro Nadolny
Quando: 02, 03 e 04 de julho (quinta a sábado), às 20h30
Onde: Teatro da Reitoria da UFPR (Rua XV de Novembro, 1299)
Entrada: 1 kg de alimento não perecível, exceto sal.

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Inscrições para oficinas do 19º Festival de Inverno vão somente até 7 de julho

Foto: Douglas Fróis/PROEC
As inscrições para as oficinas do 19º Festival de Inverno da UFPR abriram hoje, dia 29 de junho e vão até somente a próxima terça-feira, 7 de julho. Neste ano, são 860 vagas para 35 oficinas, que atenderão pessoas de todas as idades em públicos diversos.

O custo das oficinas acima de 15 anos é de R$ 40,00. As inscrições para oficinas infantis são realizadas somente em Antonina no dia 11 de julho e são totalmente gratuitas.

A taxa de hospedagem para participantes das oficinas em alojamentos do festival é de R$ 30,00 (vagas limitadas).

As inscrições podem ser feitas na Coordenadoria de Cultura da UFPR (Prédio Histórico na Praça Santos Andrade, 3º andar), no Theatro Municipal de Antonina, ou pela internet, no site do Festival.

O Festival de Inverno vai de 12 a 18 de julho, e acontece em Antonina, litoral do paraná.

Site do Festival de Inverno 2009 - www.proec.ufpr.br/festival2009

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

19º Festival de Inverno da UFPR acontece em Antonina de 12 a 18 de julho

Foto: Manuela Salazar/UFPR

Seguindo a tradição de quase duas décadas, cidade histórica paranaense recebe arte, espetáculos e cultura no maior evento de extensão da Universidade

Cor, movimento, arte e música. É o Festival de Inverno da UFPR que chega mais uma vez em Antonina, cidade litorânea do estado, trazendo espetáculos e oficinas voltadas para públicos de todas as idades. A expectativa é de que 40 mil pessoas passem pela histórica cidade durante a semana que começa no domingo, 12 de julho, e termina no sábado, 18 de julho de 2009.

Cada canto de Antonina pode se tornar palco de apresentações artísticas: são cerca de cinco espetáculos diários que acontecem nas ruas, com o grande Palco Principal, na igreja e teatro. Esses diversos espaços abrigarão shows de música, dança e artes cênicas nas mais diversas modalidades.

A entrada é franca para todas as apresentações. Para os espetáculos que acontecem no Theatro Municipal é preciso retirar o ingresso na própria bilheteria do teatro a partir das 12h, no dia da apresentação, para controle de lotação.

Em sua 19ª edição anual, o evento conta com 35 oficinas em variados campos da arte, como música, teatro, dança, artes plásticas, comunicação e artesanato. No campo da dança, por exemplo, serão ministradas desde aulas de hip-hop para crianças e jovens até danças de salão para o público da melhor idade — neste ano terá inclusive aulas de dança indiana.

Entre as várias oficinas ofertadas, haverá também histórias em quadrinhos, desenho, cerâmica, e produção de curta em vídeo. Professores e alunos da Apae também terão oficinas exclusivas. Jovens e adultos, artistas ou não, podem se inscrever de 29 de junho a 07 de julho, na Coordenadoria de Cultura da UFPR (Prédio Histórico na Praça Santos Andrade, 3º andar), no Theatro Municipal de Antonina, ou pela internet. As oficinas custam R$ 40,00.

Mais informações sobre espetáculos e a lista completa das oficinas do 19º Festival de Inverno da UFPR no site: www.proec.ufpr.br/festival2009 .

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Orquestra Filarmônica apresenta "Antíteses", obra inédita de Hary Crowl

Foto: Douglas Fróis/PROEC
Harry Crowl

A obra "Antíteses - concerto para viola pomposa e orquestra", de autoria de Harry Crowl, Diretor Artístico da Orquestra Filarmônica da UFPR, será executada em primeira audição mundial no dia 19 de Junho, às 20h30, no Teatro da Reitoria.

Como convidado especial, o músico Zoltan Paulinyi se encarregará do manuseio da viola pomposa, instrumento semelhante a uma viola de arco tradicional, porém com 5 cordas, que se encontra em desuso desde o século XVIII.

O programa do concerto é composto também pelas obras "Romance para cordas", de Henrique Oswald (1852-1931), e "Sinfonia no.5 em ré menor, opus 107", de Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847).

Serviço
Concerto da Orquestra Filarmônica da UFPR
Quando: 19 de Junho de 2009, às 20h30.
Onde: Teatro da Reitoria - na Rua XV de Novembro, 1299.
Entrada gratuita

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Saiba mais sobre o programa do concerto da Orquestra

A obra “Antíteses – concerto para viola pomposa e orquestra” foi escrita entre fevereiro de 2008 e abril de 2009. Trata-se de uma obra com um caráter talvez único, pois a viola pomposa é um instrumento tipicamente do séc. XVIII que se encontrava em total desuso desde então. É um instrumento de cinco cordas no qual a corda mi de um violino é acrescentada às da de uma viola de arco tradicional. A afinação do instrumento é em quintas (dó-sol-ré-lá-mi). Foi, provavelmente, para esse instrumento que J.S.Bach escreveu a sua Suíte no.6, hoje em dia executada como para violoncelo solo.

Em finais de 2007, o violinista/violista Zoltan Paulinyi me apresentou em Belo Horizonte, esse notável instrumento, com o qual ele pretendia tocar e gravar as minhas obras originais para viola solo, “Cambiata” (1983) e “As Impuras imagens do da se desvanecem” (1999), que ainda não tinham sido executadas pelo seu grau de dificuldade técnica. Comecei a escrever o concerto em fevereiro de 2008, no “Centro Internacional de Compositores de Visby”, na Suécia. Diante das paisagens nevadas, ruínas medievais, e um sossego inacreditável, que já tinham servido de inspiração tanto para o cinema de Bergman, quanto o de Tarkovsky, comecei a imaginar o contraste da contemplação da paisagem e a minha interação com aquelas cenas bucólicas. No primeiro movimento do concerto, a viola atua como uma desbravadora num universo pacato, porém cheio de mistérios e história. Já estava pensando numa obra que seria executada pela Orquestra Filarmônica da UFPR, juntamente com o Zoltan Paulinyi.

A orquestra funciona como a paisagem e o solista como o “desbravador”. No segundo movimento, a quietude dos campos cobertos pela neve, o silêncio absoluto da neve caindo se reflete nos blocos sonoros dos acordes estáticos executados pelos metais, suavemente expandidos pela viola. O terceiro e o quarto movimentos já foram escritos em Curitiba, em 2009. O terceiro é uma vibrante cadência para viola solo, ou seja, sem acompanhamento da orquestra. Nessa passagem, todos os recursos técnicos e idiomáticos do instrumento são explorados ao máximo de uma forma alusiva também ao calor e ao nosso mundo multicolorido, mesmo nas regiões mais austrais, onde o frio também é uma marca e traço de personalidade no inverno.

No último movimento, a orquestra retoma as sonoridades do primeiro movimento. Só que aqui, as experiências dos movimentos anteriores são incorporadas de forma a dar unidade à obra. A orquestra é mais dinâmica e interage mais contundentemente com a viola, criando assim, efeitos camerísticos a partir de combinações entre os diversos timbres de instrumentos da orquestra. “Antíteses – concerto para viola pomposa e orquestra” será executada em primeira audição mundial no concerto do dia 19 de junho.

Henrique Oswald foi um compositor brasileiro, filho de imigrantes europeus, que gozou de grande prestígio na sua época. Nascido no Rio de Janeiro em 1852, aprendeu as primeiras lições de música com a sua mãe. Passou a maior parte de sua vida na Europa, especialmente em Florença, Itália, para onde fora enviado pela família para que se desenvolvesse nos estudos musicais. Recebeu ajuda financeira de D.Pedro II enquanto freqüentava o conservatório. O compositor conviveu com as maiores personalidades da música de sua época, como Liszt e Brahms. Entre 1900 e 1903, acumulou o posto de cônsul-honorário do Brasil em Le Havre (França) e Florença (Itália).

Retornando definitivamente ao Brasil em 1903, substituiu Alberto Nepomuceno na direção do então Instituto Nacional de Música (atual Escola de Mus. da UFRJ). Como foi um exímio pianista, Oswald escreveu muito para o seu instrumento, além de ter escrito notável música de câmara para várias formações de cordas e piano, e ser o autor do primeiro concerto para piano e orquestra escrito por um compositor brasileiro.

Sua música tem um caráter intimista que o afasta de uma certa maneira do rótulo de compositor romântico, à maneira de Schumann ou Brahms. Sua linguagem musical apresenta um discurso instável que utiliza elementos já característicos do início do séc. XX, muito mais próxima de compositores pré-modernos franceses como Fauré e Debussy, do que de qualquer elemento germânico de origem wagneriana. O “Romance” para cordas, provavelmente escrito como uma obra para piano anteriormente, foi escrito em 1898 e apresenta essa escrita densa e introspectiva próxima da poesia simbolista que gozou de largo prestígio na sua época.

A Sinfonia no.5 em ré menor, opus 107, “A Reforma”, de Felix Mendelssohn-Bartholdy foi escrita para as comemorações dos 300 anos da “Confissão de Augsburg”, em 1830. Na verdade, esta é a segunda sinfonia do compositor. A estréia desta obra está cercada de muitas controvérsias. Mendelssohn era de uma família judaica muito tradicional. Seu avô, Moses Mendelssohn, foi um importante filósofo judeu e seu pai, um influente banqueiro.

Felix Mendelssohn foi batizado luterano e isso era algo muito importante então, pois a época era de grande instabilidade política nos vários estados alemães, e um forte sentimento anti-semita já pairava sobre os ares. Em muitas regiões, ser alemão e ser luterano era praticamente a mesma coisa. Educado para ser um grande admirador da cultura alemã e, imbuído de um certo espírito nacionalista, Mendelssohn escreveu esta sinfonia com todo o entusiasmo de um jovem muito talentoso de pouco mais de 20 anos de idade.

Declarações da época, afirmam que o compositor tinha a capacidade de elaborar uma obra desse porte inteiramente na sua memória e depois, simplesmente escrevê-la de um fôlego só. A composição da obra começou no outono europeu de 1829 e foi terminada em abril de 1830. As comemorações da “Revolução da Igreja”, que era como os alemães se referiam à “Reforma Protestante”, estavam marcadas para junho daquele ano. Porém, a situação política vinha se deteriorando rapidamente em várias regiões da Europa e culmina com a chamada “Revolução de Julho”, em Paris.

Como num efeito dominó, as agitações chegam rapidamente às terras alemãs e as comemorações são canceladas, devida principalmente, à intensa oposição por parte da igreja católica às festividades. A Sinfonia no. 5 só foi estreada em Berlim, em novembro de 1832. Mas, os problemas não foram só políticos. A música de Mendelssohn soava muito moderna para a época e o compositor recém descobrira a música de J.S.Bach, com a qual se envolveu profundamente. O contraponto que aparece nas obras sacras de Bach foi cuidadosamente observado por Mendelssohn que os aplicou largamente na sua sinfonia. Isso fez com que a obra não só soasse muito grandiloquente, mas que demandasse muito dos músicos, que freqüentemente protestavam durante os ensaios. Alguns temas muito conhecidos do hinário luterano foram utilizados na sinfonia.

No primeiro movimento, o compositor introduz a melodia do “Amen de Dresden”, que Richard Wagner alguns anos mais tarde, também vai usar na sua ópera “Parsifal”. Os dois movimentos centrais seguem a estrutura formal das sinfonias da época que conduzem ao movimento de conclusão que é quase um ciclo de variações sobre o famoso hino “Ein feste Burg ist unser Gott!” (Uma poderosa fortaleza é o nosso Deus!), de autoria do próprio Lutero. A obra termina com uma reapresentação apoteótica do hino como numa afirmação absoluta de fé. Desde a época do compositor até o séc.XX, muitos o acusaram injustamente de oportunismo por ele ser de origem judaica, mas a importância de sua música, não somente a 5a. Sinfonia, foi enorme para o Romantismo alemão. Nesse ano em que comemoramos os 200 anos de seu nascimento, não resta a menor dúvida que Felix Mendelssohn-Bartholdy foi um dos pilares da música do séc.XIX e um dos maiores compositores alemães de todos os tempos.

Texto: Harry Crowl

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

História do Prédio Histórico da UFPR é tema do programa "Meu Paraná"

Assista aqui:





Neste último sábado às 12h, o programa "Meu Paraná", da emissora Rede Paranaense de Comunicação (afiliada local da Rede Globo) contou a história do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, localizado na Praça Santos Andrade em Curitiba.

O segundo bloco do programa é dedicado ao uso atual do prédio, e mostra de uma maneira bem interessante as atividades culturais que acontecem aqui, bem como o incêndio que resultou no nascimento do TEUNI - Teatro Experimental da UFPR, entre outras coisas.

Vale a pena conferir! O programa é curto (não passa de 20 minutos) e dá uma excelente aula sobre a história do Paraná.

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Mais uma chance para assistir ao espetáculo "Senha do Sonho"

Foto: Douglas Fróis/PROEC
Você tem mais uma chance para assistir ao espetáculo Senha do Sonho, realizado pelo Grupo de MPB da UFPR. Na próxima terça-feira, dia 16 de junho, às 20h o grupo fará uma apresentação dentro do projeto Espetáculos Musicais, promovido pelo Núcleo de Artes da UTFPR (antigo CEFET - Universidade Tecnologica Federal do Paraná). A direção musical é de Doriane Rossi, direção cênica de Alexandre Bonin, a preparação vocal de Katia Santos e piano de Elizabeth Fadel. Traga seus amigos!

A entrada é franca. Não perca!

Serviço
"Grupo de MPB da UFPR - Senha do Sonho"
Quando: 16 de junho, às 20h.
Local: Auditório da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (antigo CEFET).
Av. Sete de setembro, 3155.
Mais informações: coral-ct@utfpr.edu.br

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Fiscal fajuto interrompe a última apresentação do Coro da UFPR

A interrupção do fiscal da "PROAP" deixou a platéia inquieta durante o Recital de Câmara do Coro da UFPR no TEUNI - Teatro Experimental.

O fiscal interrompeu o recital afirmando que "precisava cumprir ordens", dizendo que havia "um problema no programa". Alvaro Naldony, diretor artístico do recital, discutiu com o fiscal defendendo a apresentação mostrando que no programa não havia problemas — "todas as músicas recitadas já são de domínio público faz muito tempo", disse. "Bramhs, por exemplo, só poderia cobrar direito autoral mandando uma carta do céu, ou do cemitério", brincou um dos integrantes do coral. No final, o fiscal saiu de cena dizendo que voltaria com seu patrão para resolver o problema. E então, até o fim do espetáculo, sequer deu sinal.


Foto: Fábio Marcolino/PROEC

O dito Fiscal do PROAP: "Proteção ao Artista Pobre".
Você não acha que ele tem uma cara de mau?

O que muitos ainda não sabem é que o suposto defensor de direitos autorais era apenas uma brincadeira que fazia parte do show — e isso aconteceu em todas as apresentações. "A intenção era essa mesma. O nome do espetáculo é da inquietude ao silêncio, e eu queria provocar a sensação de ansiedade no público durante a apresentação" — diz o diretor artístico do Recital e maestro do coro, Alvaro Naldony. Funcionou. Era visível a preocupação do público quando o fiscal chegou com sua jaqueta de couro, gravata e bigode de malvado.

No último sábado, o fiscal, interpretado pelo ator Antônio Navarro (aluno do curso de Artes Cênicas da UFPR) conseguiu até mesmo fazer o próprio Coordenador de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura acreditar que aquilo era real. Sem saber que fazia parte do espetáculo, logo se levantou da platéia em prontidão para ajudar o maestro a defender a apresentação quando o fiscal chegou. "Genial essa idéia do Alvaro. A intervenção foi tão plausível quanto todos os entraves burocráticos que a coordenadoria de cultura enfrenta que eu até já fui preparado pra mandar aquele cara pra longe" disse rindo o Coordenador Professor Guilherme Romanelli quando revelaram a ele que ele tinha caído na pegadinha.

video


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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Apresentações do "Coro da UFPR" e do "Grupo de MPB da UFPR" agitam o final de semana

A partir desta quinta-feira até domingo, nem o frio será desculpa para não sair de casa!

A UFPR oferece para você dois espetáculos gratuitos que rechearão o seu final de semana com música e arte. Não perca!


NO TEATRO DA REITORIA, GRUPO DE MPB DA UFPR APRESENTA "SENHA DO SONHO"

Os sonhos fazem partem do grande mistério que é a vida do homem, e foi neste universo de significados que o Grupo de MPB da Universidade Federal do Paraná buscou suas fontes para o espetáculo "Senha do Sonho", que estréia no Teatro da Reitoria. As apresentações acontecerão na sexta e sábado (dias 5 e 6 de junho) às 20h30min , e domingo (7 de junho) às 19h. A entrada é GRATUITA.

Com direção musical de Doriane Rossi, direção cênica de Alexandre Bonin, piano de Elizabeth Fadel, percussão de Carlos Krieck e um elenco de 20 cantores, o Grupo levará ao palco músicas de Tom Jobim, Lenine, Cazuza, Chico Buarque, Djavan, Toquinho entre outros.

Serviço:
Grupo de MPB da UFPR apresenta "Senha do Sonho".
Quando: dias 5 e 6 de junho às 20h30 e dia 7 às 19h.
Onde: Teatro da Reitoria - na Rua XV de Novembro, 1299. (veja no mapa)
Entrada gratuita
Mais informações. (41) 3310-2742

NO TEUNI, CORO DA UFPR APRESENTA "REMANESCÊNCIA - DA INQUIETUDE AO SILÊNCIO"

Sair da correria do cotidiano e usufruir de uma experiência sonora e meditativa. Assim deve ser o recital “Remanescência – da inquietude ao silêncio”, que o Coro da UFPR apresenta de quinta a sábado (4 a 6 de junho), às 20h, no TEUNI - Teatro Experimental da UFPR.

O repertório clássico romântico é composto por obras extremamente leves de compositores como E. Grieg, J. Bramhs, F. Schubert e G. Faure. O concerto pretende “provocar a busca ao silêncio interior”, explica o maestro Alvaro Nadolny. A entrada é gratuita, mas quem quiser, pode colaborar com um quilo de alimento não perecível, exceto sal, que será doado a uma instituição de caridade.

Serviço:
Coral da UFPR apresenta "Remanescência - da Inquietude ao Silêncio".
Quando: 4, 5 e 6 de junho, às 20h.
Onde: TEUNI – Teatro Experimental da UFPR - Prédio Histórico da UFPR - Praça Santos Andrade, 50. (veja no mapa)
Entrada: 1 kg de alimento não perecível (opcional).
Mais informações. (41) 3310-2635

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Abertura da mostra "Ondulações" acontece na Sala Arte & Design



A abertura da exposição “Ondulações” acontece nesta quinta-feira, dia 04 de junho, na Sala Arte & Design, ─ térreo do Edifício Dom Pedro I, às 19h.

As pinturas de Carlos Lima são resultados da mistura da energia humana com a reciclagem de todo material utilizado no suporte e nas cores. Na composição da cerâmica Isabelle Catucci utiliza formas ondulantes para insinuar o verso. Do dueto nasce uma exposição colorida e de raízes contemporâneas.

Na abertura, haverá a performance da “Me dá um café Companhia Cênica”, com a atuação dos atores Gregory Martins e Maruca Franco.
A Sala Arte & Design fica no , no térreo do edifício D. Pedro I, prédio da Reitoria da UFPR (Rua General Carneiro, 460) e a exposição permanecerá aberta para visitação até 18 de junho de 2009.

Serviço:
Mostra "Ondulações", de Carlos Lima e Isabelle Catucci.
Abertura com performance da "Me dá um café Companhia Cênica".
Quuando: De 4 a 18 de junho
Onde: Sala Arte & Design, Prédio da Reitoria da UFPR - andar térreo. Rua General Carneiro, 460. (veja no mapa).

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